Brasília – A ministra da Pesca, Ideli Salvati se mostrou interessada na experiência de aquicultores do sul do Roraima, que cria tambaquis, tilápias e camarões no mesmo tanque. Essas espécies não se alimentam de alguns tipos de camarões, o que permite a convivência e gera melhor aproveitamento da ração destinada ao peixes. O projeto foi apresentado pelo deputado Jhonatan de Jesus (PRB/RR).
O projeto é resultado da experiência de aquicultores de Caroebe, município do sul do estado de Roraima. Eles observaram que as espécies tambaqui e tilápia consomem apenas a ração que está na superfície da água e todo o alimento que desce para o fundo do tanque é descartado, o que gera desperdício e prejuízo para os criadores. Os camarões, por sua vez, se alimentam dos resíduos que descem ao fundo do tanque. “É possível gerar renda com a venda do peixe, com a venda do camarão e diminuir as perdas com a ração, o que representa muita economia”, explica Diego Teixeira, gestor em agronegócios e geotecnologia para o desenvolvimento Sustentável e um dos idealizadores do projeto. “Queremos implantar 20 criatórios mistos por município” disse.
Na avaliação da Ministra o projeto apresentado por Jhonatan pode atender a várias regiões do país. “A criação de peixes é uma alternativa viável para aquecer a economia do setor de alimentos. O projeto apresentado pelo deputado Jhonatan é muito bom e vamos analisar a viabilidade de implantação, não só no estado de Roraima, mas em outras localidades”, ressaltou.
Na avaliação de JhontanJhonatan disse que o projeto é pois, além de aumentar os ganhos dos produtores e diminuir o desperdício, vai gerar emprego e renda para a região, e contribuir para uma alimentação mais saudável no prato dos consumidores. “Levei ao conhecimento da ministra o excelente trabalho dos produtores, pois acredito que a criação de peixes é uma vocação natural para Roraima. Além disso, criar peixes não requer grandes áreas desmatadas e produz, em pequeno espaço, grandes toneladas de alimentação mais saudável”.
Jhonatan de Jesus
Juventude no Poder é Ação na Política!
quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Jhonatan quer expansão do eco - turismo em Roraima
Brasília – Ao se reunir com o chefe de gabinete do ministro do Turismo, Bento Afonso dos Santos, o deputado Jhonatan de Jesus (PRB/RR) frisou a necessidade de aproveitar as características naturais do estado de Roraima para expandir as atividades turísticas na região. De acordo com Jhonatan, projetos de eco-turismo podem aproveitar as áreas de reservas indígenas para a geração de trabalho e renda para os índios. “Dessa forma, os povos indígenas podem ter autonomia e dignidade sem prejudicar o meio ambiente”, disse.
Bento dos Santos disse que o ministério está formulando políticas especiais para o turismo na região norte e recebe de bom grado as sugestões do parlamentar.
Bento dos Santos disse que o ministério está formulando políticas especiais para o turismo na região norte e recebe de bom grado as sugestões do parlamentar.
Jhonatan quer mais áreas irrigadas no estado
Brasília – Em recente reunião com o secretário de Recursos Hídricos do Ministério da Integração, Augusto Wagner Padilha, o deputado Jhonatan de Jesus (PRB/RR) solicitou que a Pasta inclua Roraima nos seus projetos de irrigação. De acordo com o parlamentar, o estado tem a agricultura e a pesca como vocações naturais, fatores que aumentam a necessidade da expansão de irrigação na região. Padilha aproveitou para comunicar ao deputado a criação, em breve, da Secretaria Especial de Recursos Hídricos, que vai atender aos projetos de irrigação de todo o país.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Jhonatan de Jesus quer apoio do Calha Norte para viabilizar projetos aos municípios roraimenses
Brasília- O deputado Jhonatan de Jesus (PRB/RR) esteve reunido com o coordenador do programa Calha Norte, Brigadeiro Roberto Dantas, para buscar viabilidade em projetos a serem implementados nos municípios de Roraima. De acordo com o parlamentar, o Calha Norte é de extrema importância para os municípios roraimenses, já que sua atuação nas áreas de vigilância, infraestrutura e desenvolvimento social, torna-o responsável por vários projetos bem sucedidos aplicados no estado.
Jhonatan disse que cabe ao Governo Federal voltar seu olhar para a Amazônia, de forma a traçar uma política efetiva de ação para a área, sem receio de nela investir, utilizando o Projeto Calha Norte para contribuir com o seu desenvolvimento e a sua proteção. “O Calha Norte foi instituído para proteger extensa faixa de fronteira na Amazônia, profundamente despovoada e levar a força do poder público aos habitantes da região. Contamos com suas atribuições para melhorar o estado de Roraima”.
De acordo com o coordenador do Programa, Brigadeiro Dantas, é interesse do órgão atender às necessidades de Roraima, e faz um apelo para que os municípios tenham cautela na elaboração dos projetos de forma que não haja recusa dos pleitos, por conta de erros técnicos e inadimplência, junto ao Governo Federal.
O que é o Calha Norte - Formado por 14 bases avançadas do Exército, com apoio da Aeronáutica e da Marinha, o Calha Norte abrange 70 municípios brasileiros, 38 dos quais ao longo dos 5.993 km da faixa de fronteira (mais de 1/3 das fronteiras terrestres do país), nos estados de Roraima, Amazonas, Pará e Amapá. Sua área de atuação corresponde a 14% do território nacional. A principal meta do Projeto é aumentar a presença brasileira na área fronteiriça, com o fortalecimento das estruturas governamentais de oferta de serviços, de modo a criar estímulos para o desenvolvimento sustentável da região.
Jhonatan disse que cabe ao Governo Federal voltar seu olhar para a Amazônia, de forma a traçar uma política efetiva de ação para a área, sem receio de nela investir, utilizando o Projeto Calha Norte para contribuir com o seu desenvolvimento e a sua proteção. “O Calha Norte foi instituído para proteger extensa faixa de fronteira na Amazônia, profundamente despovoada e levar a força do poder público aos habitantes da região. Contamos com suas atribuições para melhorar o estado de Roraima”.
De acordo com o coordenador do Programa, Brigadeiro Dantas, é interesse do órgão atender às necessidades de Roraima, e faz um apelo para que os municípios tenham cautela na elaboração dos projetos de forma que não haja recusa dos pleitos, por conta de erros técnicos e inadimplência, junto ao Governo Federal.
O que é o Calha Norte - Formado por 14 bases avançadas do Exército, com apoio da Aeronáutica e da Marinha, o Calha Norte abrange 70 municípios brasileiros, 38 dos quais ao longo dos 5.993 km da faixa de fronteira (mais de 1/3 das fronteiras terrestres do país), nos estados de Roraima, Amazonas, Pará e Amapá. Sua área de atuação corresponde a 14% do território nacional. A principal meta do Projeto é aumentar a presença brasileira na área fronteiriça, com o fortalecimento das estruturas governamentais de oferta de serviços, de modo a criar estímulos para o desenvolvimento sustentável da região.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Jhonatan é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Idoso na região norte
Brasília – O deputado Jhonatan de Jesus (PRB/RR) foi eleito para coordenar os trabalhos da Frente Parlamentar em Defesa do Idoso na região norte. Com a finalidade de atuar pelo fortalecimento de ações em prol da população idosa brasileira, a Frente pretende ampliar as discussões sobre os reais avanços proporcionados pelo Estatuto do Idoso e colaborar com ações que contemplem as necessidades da pessoa idosa.
Jhonatan lembrou das dificuldades enfrentadas com o envelhecimento da população, principalmente pelos países em desenvolvimento, e disse que este é um dos maiores desafios da atualidade. Ele chamou a atenção para a criação de mecanismos que proporcionem qualidade de vida aos mais velhos. De acordo com o deputado, a Frente parlamentar em Defesa do Idoso vai propiciar a criação de medidas que auxiliem as pessoas com mais de 60 anos.

Acessibilidade - Atento aos aspectos sociais da população brasileira, o deputado apresentou o Projeto de Lei 459/2011 que assegura a disponibilidade de residências adaptáveis ao uso por idosos e pessoas com deficiência no programa de habitação Minha Casa Minha Vida. O Poder Executivo estabelece, por meio da portaria 93/2010, o percentual mínimo de 3% das unidades residenciais adaptadas ao uso por pessoas com essas características. “O meu projeto visa elevar essa portaria ao patamar de lei para atender essa demanda. O Programa Minha Casa Minha Vida é o carro-chefe das iniciativas do governo federal no campo da habitação, condição que reforça o significado social da minha proposta”, disse Jhonatan.
Roraima – Em Roraima, dados da Secretaria de Trabalho e Bem Estar Social (Setrabes) indicam que a Casa do Vovô e os clubes Eterna Juventude e Criação acolhem cerca de 300 idosos para atendimentos de saúde e recreação. “A prioridade do meu trabalho nesse grupo é atender às necessidades dos idosos do estado”, disse o parlamentar.
Envelhecimento – Dados da Organização Mundial de Saúde revelam que até 2025 o Brasil será o 6º país do mundo em número de pessoas idosas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a expectativa de vida dos brasileiros subiu de 68 para 73 anos na última década. Outro dado relevante, ainda de acordo com o IBGE, é que 55% das pessoas com mais de 60 anos são mulheres. “Esse dado serve para despertar a atenção nesse público. Com o aumento da expectativa de vida nos deparamos com um cenário novo no país. Precisamos nos preparar para envelhecer e a ação do poder público é fundamental nesse processo”, frisou Jhonatan.
Ainda segundo o IBGE, até 2009 eram aproximadamente 21 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, número que supera o contingente dos países europeus como França, Itália e Inglaterra. A proporção desse contingente em relação à população total do Brasil passou de 8,8% para 11,1%. Mas, diferentemente do que ocorre na Europa, 32,2% dos idosos brasileiros não sabem ler e 51,4% são analfabetos funcionais. Em 2020, ainda de acordo com o IBGE, a previsão é de que serão 30,8 milhões de idosos no Brasil.
Os avanços obtidos no Brasil nos últimos anos ainda mantêm o país numa posição incômoda em relação a outros países. Ao cruzar os dados da síntese com informações da Organização das Nações Unidas, o IBGE detectou que a esperança de vida brasileira, de 73 anos, deixa o país atrás de nações como Costa Rica, Panamá, Equador e Venezuela.
De acordo com o levantamento a esperança média de vida ao nascer era de 69,7 anos, em 1998. A projeção mais recente é mais favorável para as mulheres, com 76,8 anos, do que para os homens, com 69,3 anos.
Os desníveis entres as regiões persistem, embora tenham diminuído. A diferença entre o Distrito Federal, o maior número com 75,6 anos, e Alagoas, o menor com 67,2 anos, ficou em 8,4 anos, em 2008, enquanto, em 1998, era de 9,7 anos. Em relação à América Latina, o Brasil situa-se em um grupo intermediário, tendo como o topo da lista a Costa Rica, com 78,8 anos, e o menor valor o Haiti, com 61,2.
Jhonatan lembrou das dificuldades enfrentadas com o envelhecimento da população, principalmente pelos países em desenvolvimento, e disse que este é um dos maiores desafios da atualidade. Ele chamou a atenção para a criação de mecanismos que proporcionem qualidade de vida aos mais velhos. De acordo com o deputado, a Frente parlamentar em Defesa do Idoso vai propiciar a criação de medidas que auxiliem as pessoas com mais de 60 anos.
Acessibilidade - Atento aos aspectos sociais da população brasileira, o deputado apresentou o Projeto de Lei 459/2011 que assegura a disponibilidade de residências adaptáveis ao uso por idosos e pessoas com deficiência no programa de habitação Minha Casa Minha Vida. O Poder Executivo estabelece, por meio da portaria 93/2010, o percentual mínimo de 3% das unidades residenciais adaptadas ao uso por pessoas com essas características. “O meu projeto visa elevar essa portaria ao patamar de lei para atender essa demanda. O Programa Minha Casa Minha Vida é o carro-chefe das iniciativas do governo federal no campo da habitação, condição que reforça o significado social da minha proposta”, disse Jhonatan.
Roraima – Em Roraima, dados da Secretaria de Trabalho e Bem Estar Social (Setrabes) indicam que a Casa do Vovô e os clubes Eterna Juventude e Criação acolhem cerca de 300 idosos para atendimentos de saúde e recreação. “A prioridade do meu trabalho nesse grupo é atender às necessidades dos idosos do estado”, disse o parlamentar.
Envelhecimento – Dados da Organização Mundial de Saúde revelam que até 2025 o Brasil será o 6º país do mundo em número de pessoas idosas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a expectativa de vida dos brasileiros subiu de 68 para 73 anos na última década. Outro dado relevante, ainda de acordo com o IBGE, é que 55% das pessoas com mais de 60 anos são mulheres. “Esse dado serve para despertar a atenção nesse público. Com o aumento da expectativa de vida nos deparamos com um cenário novo no país. Precisamos nos preparar para envelhecer e a ação do poder público é fundamental nesse processo”, frisou Jhonatan.
Ainda segundo o IBGE, até 2009 eram aproximadamente 21 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, número que supera o contingente dos países europeus como França, Itália e Inglaterra. A proporção desse contingente em relação à população total do Brasil passou de 8,8% para 11,1%. Mas, diferentemente do que ocorre na Europa, 32,2% dos idosos brasileiros não sabem ler e 51,4% são analfabetos funcionais. Em 2020, ainda de acordo com o IBGE, a previsão é de que serão 30,8 milhões de idosos no Brasil.
Os avanços obtidos no Brasil nos últimos anos ainda mantêm o país numa posição incômoda em relação a outros países. Ao cruzar os dados da síntese com informações da Organização das Nações Unidas, o IBGE detectou que a esperança de vida brasileira, de 73 anos, deixa o país atrás de nações como Costa Rica, Panamá, Equador e Venezuela.
De acordo com o levantamento a esperança média de vida ao nascer era de 69,7 anos, em 1998. A projeção mais recente é mais favorável para as mulheres, com 76,8 anos, do que para os homens, com 69,3 anos.
Os desníveis entres as regiões persistem, embora tenham diminuído. A diferença entre o Distrito Federal, o maior número com 75,6 anos, e Alagoas, o menor com 67,2 anos, ficou em 8,4 anos, em 2008, enquanto, em 1998, era de 9,7 anos. Em relação à América Latina, o Brasil situa-se em um grupo intermediário, tendo como o topo da lista a Costa Rica, com 78,8 anos, e o menor valor o Haiti, com 61,2.
"Queremos desenvolvimento para Roraima", disse Jhonatan ao ministro das Relações Institucionais
| Jhonatan e o Ministro Luiz Sérgio, das Relações Institucionais |
quarta-feira, 2 de março de 2011
CREA/RR quer apoio de Jhonatan para projetos de interesse da categoria
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| Jhonatan e Carlos Calheiros, presidente do CREA/RR |
Brasília – Jhonatan de Jesus (PRB/RR) recebeu a visita, em seu gabinete, do presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Roraima (CREA/RR), Carlos Calheiros e outros representantes da entidade. No encontro o grupo solicitou o apoio do deputado para vários projetos de interesse da categoria, em tramitação no Congresso Nacional. Dentre as prioridades do grupo estão matérias que afetam diretamente os profissionais da área e empresas, como piso salarial nacional e reforma do Código Civil. Jhonatan confirmou o apoio à classe.
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| Representantes do CREA querem apoio de Jhonatan para projetos de interesse da categoria |
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